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Na última segunda-feira, 8 de setembro,
comemorou-se o Dia Internacional da Alfabetização.
A grande importância dessas comemorações
internacionais, como Dia do Meio Ambiente, o Dia Mundial da
Saúde, e agora o Dia Internacional da Alfabetização, é
podermos refletir sobre a real situação mundial e,
principalmente do nosso País, nessas áreas.
Pouco se fala no analfabeto brasileiro. E
essa é uma oportunidade para se pensar nesse assunto, pois
um País em crescimento como o nosso, com tantas conquistas
na área econômico-financeira, precisa, com urgência, acabar
com o analfabetismo. Hoje são, segundo últimos dados do
IBGE, 14,3 milhões de brasileiros totalmente analfabetos
(10% da população em 2006), ou seja que não sabem sequer ler
ou escrever um simples bilhete.
Nesta semana, a Agência Brasil divulgou
opiniões de analistas sobre o assunto, entre eles o
especialista em educação de jovens e adultos da Organização
das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura
(Unesco) no Brasil, Timothy Ireland, que afirmou que "o
analfabeto brasileiro continua sendo em sua maioria
nordestino, negro, de baixa renda e com idade entre 40 e 45
anos".
Hoje vivemos na sociedade da informação e
do conhecimento, a pessoa que não tem acesso à escrita e à
leitura acaba excluída de informações que são necessárias
para garantir todos os outros direitos, a saúde, a
participação política na sociedade";
Sabemos que o País vem fazendo um grande
esforço para melhorar essa situação, visando diminuir, ou
quem sabe até mesmo acabar, com o analfabetismo no Brasil,
devendo também agir no aprimoramento daqueles que já
aprenderam a ler, pois muitos ainda sequer conseguem
entender tudo o que lêem.
Esperamos que no próximo dia 8 de setembro possamos estar
comemorando avanços nessa área, para termos um País melhor.
Matteo de São Jose Buccoleri
matteo@patriota.com.br
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